Destaque Corporativo

by / sábado, 19 setembro 2015 / Published in Coaching Executivo, Empresarial, Motivacional
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“Você cria seu próprio universo à medida que avança”. (Winston Churchill)

O mundo corporativo é um ambiente fascinante que possui suas próprias regras, culturas, valores, desafios, pressões, gratificações e conquistas. Nesta era moderna, globalizada, estressante, intensa e dinâmica, a palavra resultado é o foco de todo o negócio bem-sucedido. Como líder, gerente, diretor, empresário, enfim, como executivo conhece seus desafios. Todos sabem que os resultados organizacionais dependem do desempenho e capacidade dos gestores para atingir suas metas. Sabe também que precisam de competências de liderança e gestão. Precisa de um mestre para gerar resultados com a empresa para o negócio.

São tantas variáveis externas e internas, combinadas a uma rota de prazos a serem cumpridos e indicadores a serem atingidos, somadas às vaidades humanas, às políticas internas, à motivação dos indivíduos, ao mercado, à economia, aos acionistas, aos clientes e à família. Diante deste cenário muitas vezes nos perguntamos: Será possível? Será viável? Com o Executive Coaching sim!!!!

As necessidades do mundo corporativo e dos executivos que nele estão inseridos justificam o crescimento contínuo e intenso do executive coaching:

  • “Em um artigo da Harvard Business Review de 2004, o executive coaching era descrito como um mercado de US$ 1 bilhão. Em 2007, a empresa global de recrutamento Korn Ferry constatou que o coaching movimentava U$$ 3 bilhões. As últimas pesquisas mostrarão que sem dúvidas o mercado de coaching irá ultrapassar U$$ 5 bilhões. (Michael Simon, do Simon Group Ltda, em Executive Coaching: A profession in Search  of Professionalism, 2010).
  • No estudo da Fast Company (2006), o Dr. Brian Underhill descobriu que 43% dos CEOs e 71% dos altos executivos já trabalharam com um coach, 63% das organizações têm planos de aumentar a utilização de coaching e mais de 92% dos líderes que atuaram com coaches planejam recontratar ou continuar o trabalho com estes profissionais.
  • Em uma pesquisa feita em Stanford Business School em 2013, praticamente 100% dos CEOs e altos executivos afirmaram aprovar o processo de coaching, o que eles consideram um ótima oportunidade para empresas de coaching suprirem a demanda.
  • A Executive Coaching Survey feita pela Sherpa Coaching no Brasil em 2015 demonstrou que 95% dos entrevistados consideram que o coaching executivo tem credibilidade alta ou muito alta.
  • Pesquisa com 100 executivos de empresas da Fortune 1000 que receberam o coaching revelou que, de acordo com estimativas conservadoras, o coaching proporciona um retorno de investimento 5,7 vezes superior a seu custo (McGovern e colegas 2001).

O executivo precisa de um profissional de alto nível, capaz e competente, para ajudá-lo em seus desafios constantes, contínuos e crescentes. E conforme estes e outros estudos têm demonstrado este profissional é o executive coaching. Seu papel é auxiliar os líderes para que eles obtenham resultados, ajudando-os nas diversas situações de liderança, gestão e negócios, no desenvolvimento de suas competências e na busca do equilíbrio pessoal e profissional, entre outros objetivos.

Se você é um empreendedor saiba que Business Coach vem se tornando cada vez mais importante. Empresários e donos de pequenos e grandes negócios precisam se desdobrar em diversos papeis. Eles necessitam focar no futuro e nas tendências, perceber oportunidades, desenvolver vantagens competitivas, gerir a rotina operacional do negócio, liderar times, controlar o caixa e ainda satisfazer às necessidades crescentes dos clientes, investidores e funcionários.

Números surpreendentes nos mostram que empreender não é um negócio muito fácil, nem aqui e no mundo. Observe:

  • Em 2009, apenas 14% das empresas que integravam o grupo da Fortune 500 em 1959 ainda permaneciam na lista. As outras 86% restantes quebraram, sofreram fusões ou caíram no ranking (Perry, 2010).
  • Estima-se em 35% a porcentagem de novas empresas que sobrevivem aos cinco primeiros anos (Brack & Pearson, 1986). As outras 65% representam “capital, talento, esforço e capacidade de iniciativa desperdiçados”. Estudos também apontam uma relação clara entre a alta taxa de mortalidade das novas empresas e a falta de preparação e planejamento prévio, além do aprendizado inadequado e da ineficiência (Gaspar 2004).
  • Cerca de 55% das empresas que fecharam antes dos primeiros cincos anos não elaboraram um plano de negócio. E 40% delas não tinham se preparado nem para conhecer os clientes nem os concorrentes.
  • Segundo o Sebrae (2014), 71% das empresas enfrentam dificuldades já no primeiro ano. As principais dificuldades encontradas costumam ser a formação de carteira de clientes (22%), falta de capital (14%) e planejamento e administração da empresa (6%).

Por isso muitos empreendedores procuram franquias que costumam oferecer toda uma infraestrutura e suporte para o investidor empreender um negócio lucrativo e bem sucedido. O empreendedor levaria tempo para pensar e desenvolver, o Business Coaching coloca a disposição. O mercado de franquias no Brasil cresceu cerca de 6% em 2014, ultrapassando os 120 bilhões de reais ao ano colocando o franchising brasileiro na terceira posição no ranking do Word Franchise Council.

Além disso, os gestores têm sido muito procurados pelas empresas para aprimorar habilidades de liderança e empreendedorismo, pois o Brasil como sede oportuna na América Latina para abertura de novas empresas demanda profissionais de comando. Cada segmento do mercado tem contratado executivos experientes que atuaram com sucesso em sua área e agora exercem a função de coach, desenvolvendo programas de crescimento evolução profissional dos gestores das empresas, tanto de forma individual quanto em grupo. A preferência vai para profissionais que venham da gestão, com experiência sólida no ambiente empresarial e certificação de entidades nacionais e internacionais renomadas.

As estratégias e competências de negócios atuais estão se mostrando inadequadas frente à rápida mudança do mercado global. As empresas estão revendo seu posicionamento estratégico, modelo de gestão e processos, e o mercado necessita de líderes bem treinados, capazes de empreender dentro da organização e de promover a reorganização empresarial com diagnóstico estratégico operacional, plano de ação e execução.

 

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